Dani, Breaks, Posnormal, Volume Interessante, todos, um só, além de Dj também é produtor musical, como suas influências são inúmeras, não há como se prender em uma única forma, por este motivo suas produções vão desde barulhinhos sincronizadamente perfeitos até músicas envolventes e dançantes. Sua mais nova participação foi em uma coletânia de Música Eletrônica da RBS com produtores locais. Sua participação conta com a música “GUARANÁ”.
Confira:
A nova edição do Disco Virtual do Volume é  dedicada à música eletrônica. O recorte feito enquadra alguns dos  primeiros produtores de dance music do Rio Grande do Sul, como Nando  Barth e OTA, músicos e criadores que transitam entre beats há algum tempo, como Fabrício Peçanha, Posnormal, Jarrier Modrow, Panatron e Two Boffins, e novos criadores como Brave the Elements, Projeto CCOMA, Madblush, Superluxo e L.A.B.
Além disso, o Disco Virtual Volume #2 está sendo uma espécie de plataforma de lançamento para Hang out with me, música do novíssimo duo Crash Bum Bang,  projeto que concretiza a parceria entre Rossano Snel e Caio Britto,  dois caras que se destacam no novo clã eletrônico do Estado.

Posnormal: o Dani ficou bem ligado ao drum’n’bass de POA nos anos 90 e 2000, quando era residente da Full Moon, no Garagem Hermética, e da Quarta Quebrada, no Ocidente. Tocou direto com Mark, Patife e Andy,  os “três mais” do gênero no Brasil, que ganharam destaque no mundo e  deram ao país uma nova dimensão no plano global de música eletrônica.  Mesmo com o d’n’b rachando pistas, Dani nunca deixou de lado suas outras  referências musicais. Deu início a uma produção mais experimental, com  referências soul, jazz, hip hop, pós-rock e eletrônica.
Como Posnormal, lançou um disco independente com 14 faixas e participou de um álbum do selo paulistano Si no puedo bailar no es mi revolución. As  composições são delicadas e há um certo ar cômico e infantil, porém  muito longe de ser piegas ou auto-indulgente. Ao contrário. Dani aposta  na simplicidade de harmonias, na beleza de sons incidentais, em melodias  serenas e em experimentos IDM como forma inteligente de mostrar que  indie também é pop. É tipo um Looper dos trópicos sem vocais.
http://wp.clicrbs.com.br/volume/2011/01/26/disco-virtual-volume-2-is-in-da-house/?topo=52%2C1%2C1%2C%2C219%2Ce219
02.12.11 @ 12:01 | Permalink
CD com participação de Dani, com uma produção de sua autoria “Difícil”. O cd pode ser comprado atravéz de seu e-mail.

Sobre o Projeto:
Pero ese olor en el cuarto del piano fue el primer perfume que necesitó en su vida foi pensado como trilha sonora imaginária para o romance Um mundo para Julius, do peruano Bryce Echenique. Colaboram artistas da Argentina, Brasil, Chile, Espanha, México, Peru, Porto Rico e Venezuela.Pero ese olor en el cuarto del piano fue el primer perfume que necesitó en su vida está pensado como la banda sonora imaginaria de la novela Un mundo para Julius, del peruano Bryce Echenique. Colaboran artistas de Argentina, Brasil, Chile, España, México, Perú, Puerto Rico y Venezuela.Pero ese olor en el cuarto del piano fue el primer perfume que necesitó en su vida is an imaginary soundtrack to Bryce Echenique’s novel A world for Julius. The compilation features independent artists from Argentina, Brazil, Chile, Mexico, Peru, Puerto Rico, Spain and Venezuela.
 Dos lágrimas por un sueño muy bonito      I. Sonatine - Souvlaki      II. Un caballo saltando - Caramelitus      III. Difícil - Posnormal Carta pa’ mamá       I. Snol - Balún      II. Silhouette sombrío - Polaroyd*      III. Los primos - Los nueva orleáns Porque éramos muy niños       I. ¿Y Johnny? - Sintecoraz       II. Si hay bulla no hay futbolín - Juan Stewart      III. Pequeño forastero (pueblos) - imi El pintor que vive afuera      I. 1981 - Carrie      II. Extraño esas praderas - 3antena      III. Candy Tucker - Arturo en el barco      IV. Monika - Boom Boom Clan    Para siempre. O nunca más.       I. Juguete de navidad - Felipe Moreno      II. El primer día - Jög      III. Sinara Aïssatou - Lise       BONUS CHAPTER: Por qué tan lejos, en Europa?       I. Do, re, mi, fa, sol I kiss you - pequeña fiera!      II. Cascabelle - La rainbow toy orchestra      III. Desastre - dot tape dot

ARTWORK: Gustavo GialucaMASTERING: Fujimo
http://sinopuedobailar.com/releases.php#20
02.12.11 @ 11:45 | Permalink
DOBRADINHA foi um sucesso em sua primeira edição dia 30/04/10. Patife foi o grande dj convidado e com certeza sempre será o integrante número 1 do projeto. Muita mistura de D&B e MPB, JAzz, Dub, Techno e outros estilos. Quem foi nesta edição, com certeza aguarda a próxima, pois a energia na pista ferveu com tanta música de qualidade, técnica e paixão.
02.12.11 @ 11:36 | Permalink
Passagem de som com o mestre Patife, em sua primeira edição da FESTA DOBRADINHA em Porto Alegre/RS.
02.12.11 @ 11:26 | Permalink
Le Coq
02.12.11 @ 11:25 | Permalink
Aquecendo com seus Vinis.
Sinceridade musical, talvez essa seja uma forma para definir seu perfil, não há tanta disposição na pista quando não se tem um bom ruído de vinil tocando ao fundo. Por isso Dani busca sempre se atualizar para conseguir transpirar essa complexidade sonora. Adepto dos recursos do Traktor Scratch, consegue sempre estar por dentro dos lançamentos fazer rodar a pista.
02.12.11 @ 11:23 | Permalink

Release

Dani Breaks, Pos Normal, Volume Interessante, são heterónimos, de Daniel Guimarães, ou Dani, como é conhecido, não só Dj, mas também produtor musical. Conhecedor da música em todas as suas vertentes, suas primeiras referências musicais iniciavam na música nordestina até clássicos do eletrônico, que partiram de seu pai e seus irmãos. Iniciou sua carreira em um grupo de rap chamado Código Penal em 1994, onde trabalhou ao lado de nomes conhecidos como “Piá”.
Ao passar dos anos suas inspirações se voltaram mais para a música eletrônica, mas nunca deixando de refletir o Hip Hop e o Ragga em seu estilo musical, estilo qual é único e prestigiado desde 1997 no Projeto DJ. Dois anos depois Daniel com mais 2 djs iniciou o projeto Quarta Quebrada, sendo mais conhecido como “Dj Dani Breaks”, a festa era itinerante ocorria nas quarta-feiras em casas como Bar Ocidente, Mix Bazzar, Fim de Século e Lounge Club, e tinha como objetivo divulgar o drum and bass e o jungle, sempre com algum convidado, podendo ser da cena de Porto Alegre ou grandes nomes da música mundial como Patife, Marky e Andy.
Em 2005, Daniel foi convidado a tocar ao lado de Manu Chao no Fórum Social Mundial, mostrando seu som marcante com batidas quebradas. Participou de programas como Radar e Hip Hop Sul, divulgando seu trabalho. Desde esta época, Daniel vem atuando como produtor musical, destacando-se em projetos como o do selo “Si no puedo bailar não a revoluciòn”, único músico brasileiro convidado a participar da seleção com a música “Difícil”, também participou de um projeto em 2007 com o produtor Pan&tone no Goethe Institut, onde misturaram músicas e vídeos a sons do cootidiano. Lançou 2 discos independentes e está no selo “Si no puedo bailar não a revoluciòn” (selo Paulista que investe na cultura latina). Atualmente foi convidado pelo grupo RBS a participar de uma coletânea de produtores de música eletrônica do Sul e trabalha com seu projeto de D&B conhecido como DOBRADINHA em Porto Alegre.

01.27.11 @ 15:45 | Permalink